domingo, 4 de janeiro de 2015

Gogo boys Sp : Make Up Profissional está em alta!

Em tempos, a maquiagem feminina e masculina andam dando saltos além do arco -iris, basta consultar os diversos cursos e palestras sobre o assunto que o país coloca em pauta, diga-se de passagem , antes somente uma ramificação dos salões de beleza ditadas por alguns excepcionais profissionais, o mercado está a todo vapor! Então a dica é: corra, vá fazer um curso e desfrute em você e nas amigas o poder que tem um pincel, e ainda ganhe um troco.

A revista Make Up Profissional traz bastante dicas, "originais", além de cursos e palestras sobre o assunto, vale a pena acompanhar cada nova edição.


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

GOGO BOYS 2015

O ano novo está chegando e com ele as festas e eventos, não perca seu tempo procurando onde contratar, temos os melhores profissionais e sua festa será um verdadeiro espetáculo.


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terça-feira, 6 de maio de 2014

Gogo Boys como surgiram



Go-go dancers são dançarinos que trabalham no entretenimento de festas e clubes noturnos, originou-se por volta  dos anos de 1960 quando mulheres no Peppermint Lounge, um clube de Nova York começaram a subir nas mesas e dançar no estilo twist. 

A partir daí os donos de clubes noturnos começaram a organizar as danças para entretenimento do público em geral. termo go-go deriva da frase anglófona "go-go-go" que significa uma pessoa empolgada, enérgica, que foi influenciada pela expressão francesa à gogo, que significa "em abundância ", em contrapartida vem do francês antigo la gogue; "alegria, felicidade ".

Em 19 de junho de 1964, Carol Doda começou a dançar go-go dancing fazendo topless (após realizar uma cirurgia de implante de silicone nos seios) no Condor Club na Broadway e Columbus em North Beach, San Francisco. Ela tornou-se a mais famosa go-go dancer do mundo, apresentando-se no Condor por mais de 22 anos.


Os Go-go dancers começaram a ser contratados regularmente no Whisky a Go Go na Sunset Strip, outro clube noturno em West Hollywood na região de Los Angeles em julho de 1965. Whisky a Go Go também foi o primeiro clube a possuir gaiolas suspensas no teto (elas estavam lá desde o inicio de 1965).

Já no Japão, a frase go-go foi adotada nos bares na década de sessenta em Tokyo, o movimento foi visto como algo de baixa reputação, sendo banido dos clubes maiores e sendo adotado pelos estabelecimentos burlescos e de striptease, que tornaram-se go-go bars.
Durante a Guerra do Vietnã, havia diversos go-go bares em Saigon, no Vietnã do Sul, para entreter as tropas americanas. O sinônimo usado no Vietnã para go-go dancing era “Table Dancing”. começaram a surgir então os go-go boys, especificamente entre 1965 e 1968. 

Não havia  muitas discotecas que tinham go-go dancers em 1970,  e somente após isso, poucos clubes gays tinham dançarinos até 1988, quando os go-go boys voltaram a ser moda, embora a atividade pudesse ser vista pelo viés do Gay-For-Pay.



Havia muitos go-go bares na Tailândia durante a Guerra do Vietnã e eles continuaram (em uma escala menor), após o fim da guerra. 

No entanto, no final de 1970, houve uma boate no mesmo local onde a famosa Peppermint Lounge existia, em Manhattan, chamado G.G. Barnum's Room frequentado principalmente por gays, onde havia homens go-go dancers que dançavam em trapézios sobre a pista de dança . Em 1978, o Xenon, outra boate em Manhattan, tornou-se o primeiro clube a criar um espaço somente para go-go dancers amadores se apresentarem, fazendo aparecer um grande numero de pessoas interessadas na profissão.

Já no início de 1980, o go-go dancing novamente tornou-se popular em clubes de Nova York inspirados pela música da cantora Madonna. que incluía go-go dancers em seus video clipes para a MTV americana. 


Ainda no início ou em meados década de 1980, o dançarino de arte performática John Sex, que dançava junto com uma cobra python, desempenhou um papel importante na tomada do go-go dancing junto dos clubes gays e bissexuais junto com seu parceiro Sebastian Kwok.

Os go-go dancing também encontraram uma saída na mídia de massa, Horrorpops, uma banda dinamarquesa, é conhecida por mostrar go-go dancers em suas performances ao vivo e em vídeos de suas músicas. O vídeo da música Horrorbeach foi dedicado inteiramente aos seus go-go dancers que passaram a se chamar Performance art dancers.


Somente na Parada Gay de Chicago de 2008 os Go-go boys surgiram, nesse período, os go-go dancings eram uma atividade exclusivamente feminina, mas com a popularização de clubes gays, Go-go dancers passaram a ser contratados para trabalhar em boates, festas especiais, festivais, e circuitos de raves que atualmente são chamados de “Performance art dancers” ou “dançarinos de arte performática”, suas atuações incluem de fantasias e acessórios luminosos, até a bastões de fogo ou cobras.

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quinta-feira, 10 de abril de 2014

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domingo, 24 de novembro de 2013

Quer ser um Gogo Boy? A diferença entre: Poder, Ser e star!



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Atualmente vivemos a “era da saúde”, uma grande parcela dos jovens reservam várias horas de seus dias definindo seus corpos com dois principais intuitos: ou  para servirem de referenciais para essa dita “geração saúde” ou pelo simples ato de mostrar esses físicos esculpidos à perfeição mostrando o quanto de dedicação e esforço dispenderam para isso.

Mesmo assim, partes desses jovens têm como finalidade principal todo esse empenho para exibirem seus “corpos de Adônis” em clubes noturnos em troca de fama, sucesso e muito dinheiro e aí é que jaz a grande questão: um corpo malhado é suficiente para que isso aconteça ou também é necessário acrescer aos músculos o talento? A resposta quase sempre é que não basta somente um corpo bonito, a ele, é preciso que a pessoa que se dispõe a ser um gogo boy, um dançarino ou um modelo de eventos possua principalmente o talento para exercer essas tão diferenciadas profissões.
Outros quatro questionamentos essenciais são também igualmente pertinentes:

1. “Sou um bom dançarino?”

2. “Comprometo-me de verdade com meu físico e com minha saúde ou dispendo todo o meu tempo com o único intuito de ficar “bombado”?”

3. “Quando olho-me no espelho, vejo alguém com real vocação para as carreiras mencionadas ou intimamente só quero me auto provar a mim mesmo e aos outros narcisisticamente sem levar a sério a profissão?”

4. “Como está meu psicológico? Tenho realmente a garra e coragem de me exibir para milhares de pessoas ao tempo que acontecem a admiração e a crítica contínuas e simultaneamente?”

As respostas estão interligadas e normalmente são:

Sim, é preciso ser um bom dançarino porque essa é a função principal para o sucesso daqueles que se propõe a essas carreiras, é através do domínio da expressão corporal que exalamos a sensualidade e o desejo que os contratantes esperam dos profissionais para seus clientes.
Além disso, é preciso comprometimento sério com a própria saúde porque as carreiras demandam muito do físico já que normalmente os dançarinos ficam de 4 a 6 horas dançando sem cessar, além dos atributos estéticos do corpo malhado, é preciso preparação física e nutricional adequada para que essa carga horária em horários alternativos não acarrete qualquer prejuízo à pessoa que se dispuser a fazer dessa uma carreira, suportando da melhor forma essa rotina.
 A autocrítica também é bastante esperada desses profissionais, sendo o físico seu “instrumento de trabalho” e esperando as pessoas a perfeição estética em todos os sentidos dos dançarinos, é preciso realmente uma autoanálise minuciosa para constatar se realmente os requisitos esperados são um fato concreto ou apenas uma ilusão.

E finalmente e mais importante, a mente, essa que precisa estar muito bem estabilizada para saber encarar tanto a admiração e desejo como também a crítica dos milhares de admiradores que são conquistados em decorrência dessa profissão.
Respondidos esses questionamentos de forma afirmativa, agrega-se o principal e cabal elemento que os arremata: profissionalismo.

É preciso que a pessoa que se dedica a dança nos clubes seja extremamente profissional, sejam homens e mulheres, é preciso saber que esse é um trabalho como outro qualquer, espera-se pontualidade, simpatia, respeito ao contrato e ao contratante, disponibilidade e real talento para a rotina que se demanda, a sensualidade esperada é apenas o resultado final e não se pode confundi-la com vulgaridade jamais!

Infelizmente, em tempos recentes, a profissão se desvirtuou do seu real intuito devido aos maus-profissionais, se é que se podem chamar até mesmo de profissionais, que não tinham o viés artístico para exercê-la e cujo principal intuito não era a dança em si e sim os programas decorrentes dessas exibições, fazendo com que aqueles que realmente tinham real vocação para a carreira ficassem malvistos e fossem mal valorizados no panorama geral desse "mercado da sensualidade", isso atual e felizmente está mudando, aqueles que não estão adequados à carreira tem somente seus “15 minutos de fama” e logo são postos de lado, perdurando e sendo reconhecidos somente aqueles que realmente têm talento artístico para tal, esses que respeitam sua profissão e fazem-se respeitar principalmente. É preciso consciência que não se espera somente a habilidade da dança em si, mas também o aprimoramento contínuo, o saber lidar com a fama e com o assédio, o comprometimento com os próprios valores pessoais para que as coisas fluam naturalmente trazendo somente benefícios e não o contrário.


As pessoas têm livre-arbítrio para fazerem o que quiserem com seus corpos, mas devem lembrar que nem todos partilham dos mesmos valores e ideais, como diz o clichê bastante conveniente para a presente discussão: “para cada ação, há uma reação”, então e por isso, é preciso sempre priorizar as boas ações para obtenção das melhores reações, esse é um dos segredos do real sucesso, o mercado dos dançarinos precisa se pautar pela concorrência leal e não desleal, somente despontam e permanecem junto ao sucesso aqueles que se respeitam a si próprios e aos outros e sabem das consequências boas e más que se esperam dessa profissão, aqueles que escolhem desempenhar essa profissão como arte continuamente tem uma carreira brilhante pela frente e são reconhecidos como reais profissionais da sensualidade despertando em todos somente admiração e desejo, atributos esses que são e sempre serão os principais objetivos dessa tão sublime arte.

Texto: Augusto de Paula
Correção: Rafael Safiotti